Regiões Norte e Nordeste tiveram maior crescimento no IDH na última década
Fonte: Agência CNM
Para o secretário de Avaliação e Gestão da Informação do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), Paulo Januzzi, os melhores resultados no Norte-Nordeste são reflexo das políticas públicas que priorizam essas regiões, notadamente os programas socioassistencias do governo federal.
“O IDHM traz resultados importantes, ao mostrar que temos um avanço dos indicadores sociais em todo o Brasil, de todos os municípios brasileiros, sobretudo aquelas cidades mais pobres. Esse é um dado absolutamente impressionante, quando a gente compara os indicadores do IDHM de 1991, quando 99% dos municípios tinham IDH baixo ou muito baixo, vimos que muitas das políticas públicas socioassistenciais influenciaram decisivamente nessas mudanças”, analisa Jannuzzi.
O IDH mede o nível de desenvolvimento humano de determinada região. No atlas de 2013, o IDH foi calculado com base nos dados do Censo Demográfico de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O Desenvolvimento Humano, em 2010, apontava para 25,2% de municípios com IDH considerado baixo ou muito baixo (de 0 a 0,599), contra 71,5% de cidades nessas faixas de classificação em 2000, e 99,2% em 1991.
Das 100 cidades com maior taxa de crescimento no IDHM, entre 2000 e 2010, somente uma – Novo Santo Antonio (MT) – não integra as regiões Norte e Nordeste. Aroeiras do Itaim, no Piauí, foi a que mais evoluiu, nesse período, com 149% de crescimento do IDH. O recorte por tema também mostra avanço maior entre os municípios mais pobres. A evolução do IDHM Longevidade é maior no Nordeste. Dos 698 municípios que apresentaram crescimento muito acima da média nacional, 621 estão na região Nordeste.
Em Educação, dos 1.588 municípios que apresentaram crescimento muito acima da média, 933 (587%) estão localizados no Nordeste e outros 243 (15,3%), no Norte. O Atlas do Desenvolvimento Humano constata ainda que o IDHM, no recorte de Renda, teve “crescimento bem acentuado”, no Nordeste, influenciando para o avanço do índice nos municípios.
Jannuzzi reforça que o papel da política socioassistencial teve grande importância nesses resultados. “Comprovamos isso, analisando que a evolução é maior, com a maior penetração de serviços e programas e também por entender que o Programa Bolsa Família, por exemplo, com suas condicionantes, avança no sentido de garantir acesso e maior garantias para famílias nas áreas de educação e saúde, captadas pelo IDHM.”
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