Professores, Correios e bancários não sinalizam para fim da greve em MT
Fonte: www.odocumento.com.br
Três greves deflagradas por motivações salariais, duas com extensões nacionais e a outra, dos servidores da rede estadual de ensino, assolam a população e não indicam fim.
Na última sexta-feira (4), após assembleia lotada, profissionais da educação optaram em continuar a paralisação iniciada em 12 de agosto, uma das maiores realizadas pela categoria.
Os professores rejeitaram a proposta do governo do Estado, de receber o reajuste salarial de 5% acima da inflação em 2014, seguido de 6% em maio de 2015 e 7,69% até 2023. Eles não abrem mão de receber o valor ainda este ano. Ainda criticam o governo e afirmam que não há vontade por parte dos representantes, de firmar acordo com a categoria.
O governo do Estado, por sua vez, rebate às acusações, move ações na justiça para que voltem ao trabalho e endurece nas negociações. Os professores, porém, reafirmam que não vão ceder às pressões. Greve atinge 450 mil estudantes em Mato Grosso.
Bancários
Em greve deste o dia 19 de setembro, os bancários de Mato Grosso devem seguir as orientações da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf), que rejeitou a proposta da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), na sexta-feira (4).
No Estado, segundo o Sindicato dos Bancários de Mato Grosso (SEEB/MT), mais de 200 agências estão fechadas. Categoria reivindica reajuste salarial de 11,93%, piso salarial de R$ 2.860,21 e PLR de três salários base, mais parcela adicional fixa de R$ 5.553,15, dentre outros.
Correios
Trabalhadores dos Correios também iniciaram greve em meados de setembro. No Estado, Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas de Correios, Telégrafos e Serviços Postais de Mato Grosso (Sintect/MT), afirma que no mínimo 60% dos servidores estão de braços cruzados. A empresa rebate e alega que apenas 9% aderiram à paralisação.
Na próxima terça-feira (8), o Tribunal Superior do Trabalho (TST), julga dissídio sobre a greve da categoria. Os grevistas almejam 15% de aumento real, mais reposição da inflação entre agosto de 2012 e julho deste ano, reposição das perdas salariais desde o plano real, entrega de correspondências pela manhã em todo o país, dentre outras reivindicações.
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