Por conta da greve, alunos da rede pública de MT terão aulas em janeiro
Fonte: G1
“Como a greve aconteceu no final do ano, e pelo tempo de duração, vamos adentar no ano seguinte. Não terá férias. Teremos recesso de final de ano e retomaremos as aulas ainda em janeiro, para que a gente possa dar conta do atendimento do ano letivo de 2013”, declarou.
Na segunda-feira (16), os trabalhadores contrariaram decisão judicial e decidiram, em assembleia geral, manter a greve por tempo indeterminado. Eles pedem reajuste salarial de 10%, mais verba do estado para a educação, posse dos aprovados no concurso público de 2010 em Mato Grosso e inclusão da hora-atividade para os professores contratados.
Para Moraes, em termos de remuneração, não há motivo para que os profissionais parem as atividades. “Até porque, se observarmos a questão salarial, em Mato Grosso estamos pagando acima do piso nacional, que é R$ 1.569 para nível médio e R$ 2.353 para nível superior”.
Em relação à posse dos classificados em concurso, o secretário disse que, até novembro, serão chamados mais 1.039 profissionais da educação e que está em análise a possibilidade de novo certame no próximo ano.
Remuneração e impacto
Ainda sobre o reajuste salarial, Ságuas diz que os grevistas estão certos na reivindicação, mas que o atual governo não pode tomar medidas que vão afetar as administrações futuras.
“Não podemos, de uma hora para outra, definir isso. Não tem como definir nesse governo, para valer para os próximos governos, e dobrar a capacidade do salário para os próximos sete anos".
O titular da pasta da Educação descartou aumento na remuneração ainda em 2013. “O salário deste ano já teve aumento em maio, de 8%. Este ano não tem como fazer mais nada. Estamos discutindo possibilidade para o próximo”, afirmou.
No entanto, na visão do secretário, para que as negociações evoluam é preciso que os profissionais retomem os trabalhos. “É importante que a gente possa estar em atividade também, porque são 27 dias letivos paralisados. Entendemos que a categoria precisa melhorar sua condição de trabalho e de remuneração. No entanto, a gente precisa da normalidade nas atividades também”, frisou.
Ságuas praticamente descartou a possibilidade de aumentar o repasse do orçamento do estado para a educação de 25% para 27%, como chegou a ser discutido com o Sintep-MT. “Isso gera impacto de R$ 250 milhões, R$ 300 milhões para o próximo ano. E nós analisamos que isso seria uma dificuldade de cumprir no ano que vem”.
Educação em MT
De acordo com o Sintep-MT, a rede estadual tem cerca de 38 mil profissionais, sendo mais da metade contratada de forma temporária.
Outras Notícias
Mais notícias
Nova Olímpia realiza ação de combate à dengue no bairro Jardim Itamarati
Na manhã desta quinta-feira, 30 de abril, a cidade de Nova Olímpia iniciou uma importante ação de combate à dengue no bairro Jardim Itamarati. As atividades tiveram início por volta das 8h, com visitas domiciliares realizadas por profissionais…
Prefeitura de Nova Olímpia disponibiliza IPTU 2026 no site oficial
A Prefeitura de Nova Olímpia anunciou que o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) referente ao exercício de 2026 já está disponível para os contribuintes. O acesso ao documento pode ser realizado de forma totalmente online, por meio do s…