Luta pelo voto facultativo no Brasil vai continuar, disse Pedro Taques
Fonte: Rádio Pioneira - Marlene Maria
O Senador falou ao vivo em entrevista ao programa o Povo no Rádio nesta segunda-feira (07). Na oportunidade explicou que já solicitou a discussão em plenário de projeto do qual foi relator e cujo tema é tornar o voto facultativo ao invés de obrigatório como acontece hoje.
Para o Senador, o cidadão brasileiro está pronto para votar de forma consciente. “Sou favorável ao voto facultativo por isso relatei neste sentido. Nós não podemos obrigar o cidadão a votar. O cidadão tem o direito constitucional de participação política. Nós perdemos na comissão de constituição e Justiça, mas fizemos um recurso e isso será debatido no plenário”, disse Taques.
Segundo o Senador, muitos de seus colegas entendem que o voto deva continuar sendo obrigatório, porque o cidadão ainda não estaria preparado para votar. “Eu entendo que ele está preparado. Temos que entender que não existe mais bobo no mundo. O cidadão é consciente e ele sabe em quem votar e como votar. Com o voto facultativo, aqueles que têm mais consciência, aqueles que sabem da importância do voto comparecem e votam”, destacou.
Em relação à função dos partidos políticos neste processo, Taques disse que precisam aprender a conduzir o cidadão, mostrando a importância de sua participação no processo. “Hoje o partido político não faz isso e não passa de mercadoria nas mãos daquele mal intencionado, daquele que quer continuar como se encontra”, afirmou.
O Senador lembrou os protestos realizados nas ruas brasileiras em junho deste ano. “Esta manifestação mostra que o cidadão está de saco cheio, está cansado de políticos que não cumprem compromisso. Precisamos entender que o que tem valor não é a quantidade daqueles que votam, mas a qualidade do votante”, afirmou Taques.
CÓDIGO PENAL - O Senador Pedro Taques falou à Rádio Pioneira também sobre a relatoria do novo código penal brasileiro. “Nosso código é de 1940. Estamos fazendo com que a legislação seja adequada ao momento histórico que vivemos. Hoje, nos casos de homicídio simples com a pena de seis anos, o cidadão fica preso um ano e já está na rua. É muito cidadão honesto que morre em consequência de homicídio, por isso aumentamos apena para oito anos e aquele que comete homicídio terá que ficar mais tempo preso”, disse Taques, completando: “No linguajar mato-grossense, estamos ‘arroxando’ para quem comete crimes mais graves, casos de homicídio, roubos, tráfico de drogas e outros”.
FISCAIS DO TRABALHO – O Vereador Sebastian Ramos que acompanhou nos estúdios da emissora a entrevista, indagou ao Senador sobre reivindicação feita ao gabinete de Pedro Taques, objetivando conseguir para Tangará da Serra melhor fiscalização do Ministério do Trabalho. “Existe uma necessidade urgente para o ministério do trabalho aqui em Tangará de um fiscal do Trabalho”, destacou o vereador. Sobre o assunto, o senador Pedro Taques disse que já fez a solicitação. “Nós fizemos este pedido ao Ministro do Trabalho, fizemos este pedido também à Delegacia Regional do Ministério do Trabalho para que haja uma fiscalização mais presente, isto na defesa dos direitos fundamentais dos trabalhadores”, afirmou o Senador
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