Executivo reafirma a impossibilidade legal de atendimento a pauta dos Professores
Autor: Assessoria/Prefeitura
Legenda: Nova reunião entre Executivo e Sindicato na manhã desta segunda, não apresentou avanços e professores vão decidir se continuam em greve ou retomam às atividades em nova assembleia
Em reunião na manhã desta segunda (16), no gabinete do prefeito para discutir novamente a pauta de reivindicação da categoria, não houve avanços, e os posicionamentos continuam. Em sendo assim, segundo foi informado, uma nova Assembleia do Sindicato dos Professores (SINTEP) deve acontecer nesta terça-feira, oportunidade em que decidirão se continuarão com o movimento paredista ou retomar às atividades.
Desde quarta-feira, dia 11, 56 educadores aderiram ao movimento paredista que optou em paralisar as atividades por cinco dias letivos. A reivindicação dos professores é de 14,45% de reajuste referente ao piso nacional da categoria (2017 e 2018), ocorrido todo início de ano, ainda a concessão de licença prêmio na data de vencimento e licença para qualificação.
No que refere a pauta, a Prefeitura de Nova Olímpia, conforme tem reiterado o prefeito José Elpídio em diversas reuniões com os membros do SINTEP e com os professores nos últimos dias), aos limites da Lei de Responsabilidade Fiscal-LRF quanto ao gasto com pessoal, em mais de 60% no último trimestre impede qualquer concessão de aumento ou vantagem salarial. Quanto a concessão de licença prêmio (por enquanto concedida somente ao profissional em processo de aposentadoria), a questão também é financeira, pois ao conceder a licença, além de pagar o salário integral ao licenciado, ainda tem que pagar um substituto, onerando ainda mais a Folha Salarial. O mesmo se aplica a licença para qualificação e o momento é de baixar o percentual.
Segundo informações, a administração entrou na justiça paravai verificar a legalidade da paralisação; se não houver, descontará os dias paralisados daqueles que optaram em aderir.
Em tempo segundo dados da secretaria de educação, 37% dos professores aderiram a paralização; 39,5% não aderiram a paralização; 10% estão de atestado médico e 13% dos professores estão em outros afastamentos como, vacância, auxilio maternidade, simprev, interesse particular entre outros.
Àudio e ata da reunião com o SINTEP disponivel Junto a Matéria
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