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Da economia à presença indígena, prefeitos de MT justificam baixo IDH

  • Publicado em 31/07/2013

Fonte: Renê Dióz - Do G1 MT

Dentre os fatores que levam cidades mato-grossenses a amargarem péssimas colocações no levantamento deste ano do Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) - estudo divulgado nesta segunda-feira (29) pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) - estão processos de estagnação econômica, presença de índios atendidos por serviços precários do governo federal e analfabetismo a níveis absurdos.

Pelo menos estas são parte das razões apontadas à reportagem do G1 pelos prefeitos de Barão de Melgaço, Campinápolis e Porto Estrela para os respectivos maus desempenhos no ranking divulgado nesta segunda-feira do “Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil 2013”.

O IDH é um dos indicadores mais utilizados para se medir a qualidade de vida de uma determinada população. No estudo agora divulgado, o IDH foi calculado com base em dados do Censo de 2010 em três grandes eixos: educação, longevidade e renda, os quais geram um número de 0 (pior desempenho) a 1 (melhor desempenho). No Brasil, a melhor nota obtida por um município foi 0,862 (São Caetano do Sul, região metropolitana de São Paulo-SP) e a pior foi 0,418 (Melgaço, município do estado do Pará).

Em Mato Grosso, a pior colocação ficou com o município de Campinápolis, localizado a 565 km da capital. Com 14.305 habitantes, a cidade que já foi distrito de Nova Xavantina amargou nota de 0,538. Para o prefeito Jeovan Faria (PSB), uma das principais razões para a péssima colocação é clara: mais de 50% da população do município é indígena.


Fonte: Renê Dióz - Do G1 MT

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