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CREAS e CRAS promovem roda de conversa sobre o combate de abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes no Instituto Florescer.

  • Publicado em 24/05/2018

Legenda: Atividade é uma alusão ao Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes

O Centro de Referência Especializado em Assistência Social (CREAS) e Centro de Referência em Assistência Social (CRAS) da Secretaria Municipal de Assistência Social, promoveu na tarde de quarta-feira (23) rodas de conversas com as crianças, adolescentes, pais e instrutores do Instituto Florescer que tem como missão trabalhar em prol da inclusão social e em defesa dos direitos humanos de crianças, jovens e adolescentes, proporcionando a integridade da família através da educação, da cultura, do esporte e da saúde.

A atividade tem como tema o enfrentamento contra o Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, em alusão ao dia 18 de maio – Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. O evento aconteceu na sede do Instituto Florescer, e contou com a participação das representantes do Serviço Social das Usinas Itamarati, Claudia e Alcione, Secretário de Assistência Social Professor Marcos, Equipe técnica do CREAS e CRAS ( psicóloga, Assistente Social, Pedagoga).

A programação alusiva a 18 de Maio continua na quinta feira (24), quando a mesma equipe do CREAS e CRAS apresentará uma palestra no Centro de convivência para os Idosos “Grupo Viver Feliz”.

 

Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes

No dia 18 de maio de 1973, uma menina de 8 anos foi sequestrada, violentada e cruelmente assassinada no Espirito Santo. Seu corpo apareceu seis dias depois carbonizado e os seus agressores, jovens de classe média alta, nunca foram punidos. A data ficou instituída como o “Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes” a partir da aprovação da Lei Federal nº. 9.970/2000. O “Caso Araceli”, como ficou conhecido, ocorreu há quase 40 anos, mas, infelizmente, situações absurdas como essa ainda se repetem.